quarta-feira, janeiro 20, 2016

 

Para que se saiba!


A cidadania era para os gregos um espírito de vida em comum. A areté (virtude) dos cidadãos manifestava-se na defesa do bem-comum e, por isso, se tornou raiz de uma democracia activa, onde é possível tomar a palavra para defender uma causa, eleger quem pudesse representar as melhores qualidades que queremos para presidir ao destino da República.
Por conhecimento directo do seu carácter, por conhecer a sua obra, a sua postura cívica e a sua dedicação às causas da liberdade e da justiça social, estou com Sampaio da Nóvoa. E sinto isso não só como um imperativo cívico, mas também como uma necessidade de dar um novo sentido á nossa vida colectiva.
Precisamos de ter como representante do Estado português um homem culto, com carácter e empenhado na construção de um país mais solidário, mais justo e mais humano.

Foi com gosto que, dentro das minhas limitações, aceitei ser seu mandatário no Marco e é com empenho que estou com Sampaio da Nóvoa na sua candidatura a Presidente da República.
Já há, como sempre houve contra os melhores de entre nós, uma campanha negra contra um académico, com dois doutoramentos, que leccionou no estrangeiro e foi reitor da Universidade de Lisboa. Tudo, porque disseram que tinha uma licenciatura em Teatro, quando, entre nós, só, agora há esse grau académico nesse ramo do saber. Podíamos  lembrar outras campanhas negras, muito mais graves, como, por exemplo, foi a difamação que acusava Sá Carneiro de caloteiro. A calúnia foi sempre a arma dos medíocres, dos sem vergonha. E houve sempre correios da manhã para vender papel à custa dos mixordeiros.
Vou votar Sampaio da Nóvoa e tomo a liberdade de lhes apelar que considerem e façam como eu!

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