sábado, novembro 28, 2015

 

República monárquica?

Estou com este governo e quero que tenha sucesso, correspondendo às esperanças criadas. E que seja mesmo um bom governo no sentido dos clássicos: diminuir o sofrimento dos que mais sofrem. Não haja dúvidas!
Também não tenho mau feitio. Escrevo para gravar o que penso e não para descarregar a bílis. Nem sou anarquista e, por isso, não puxo de uma arma sempre que ouço falar num governo. Mas não posso deixar de pensar que não percebo a institucionalização de uma república monárquica. Já me chateia que nas universidades a cátedra passe de pais para filhos, o mesmo aconteça na justiça, nas instituições chamadas de misericórdia e, agora, vejo acontecer o mesmo entre os gestores da coisa publica. São demais os filhos vocacionados para os cargos dos pais!
Parece-me chato que a república esqueça outras mães ou pelo menos não tenha em conta outros filhos ou primos de pais que, eventualmente, não tenham histórias de vida relevantes. É que numa república os génios só contam pelo esforço pessoal e não pela carga genética.

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