segunda-feira, novembro 23, 2015

 

Que presidente esquisito!

De facto, quando em 1859 o inglês William Gladstone abalou a concepção política do tempo, dando o direito de voto às “classes baixas” para diminuir a influência das elites, estava longe de imaginar que em 2015, o Presidente da República de Portugal, ainda pensasse como os reaccionários do séc. XIX, privilegiando os 31 oráculos duma presuntiva elite portuguesa. E pedisse a António Costa, apoucando o papel do PC e do BE, satisfações sobre uma aliança que não lhe diz respeito nem tem moral para a fazer, pois não a pediu a Passos Coelho aquando da irrevogabilidade do Portas.
Até quando temos de ficar sem um presidente para todos os portugueses?!...Num erro qualquer um pode cair, mas eleger Marcelo Rebelo de Sousa pode significar cair duas vezes no mesmo erro.

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