
António Sérgio, esse intelectual da Renascença que, falando do seu tempo, parece referir-se ao que hoje passamos, dizia que a política não se faz com figurões e que não há democracia sem a fiscalização da opinião pública. E esta não é a opinião de toda a gente, mas a do pensamento crítico, a dos intelectuais que exigem da democracia competência. E isso faltava e falta a Portugal, entregue nesse tempo, como hoje, a uma mediocridade rasca que nos partidos do arco do poder olha pelos seus interesses (e não pelos interesses do bem-comum) de uma forma desvergonhosa!
# posted by Primo de Amarante @ 12:42 da tarde
