quinta-feira, junho 30, 2011
Uma nota sobre o debate do frugal programa.

Gostei também de ouvir o Primeiro-Ministro a garantir que os directores gerais vão passar a ter uma carreira profissional na Função Pública e não a continuar a serem nomeados por “confiança política”, eufemismo aplicado aos boys. Sobre o resto, foi o que, infelizmente, esperava: a frugalidade é obrigar a apertar o cinto todos os que já poucos furos lhe restam para tal aperto.
Tenho pena que não tenha sido garantido uma auditoria às contas públicas. Não se percebe que os causadores da crise, ou de uma grande parte dela, fiquem impunes.