domingo, maio 15, 2011

 

O “violador” passava a violonista.

Foi notícia que Dominique Strauss-Kahn, presidente do FMI e líder do Partido Socialista francês foi detido em Nova Iorque, acusado de «agressão sexual e de tentativa de violação contra uma mulher de 32 anos, num quarto de um hotel».


Se fosse em Portugal, Dominique Strauss-Kahn nem precisava de negar os factos, como fez hoje.


O seu partido arranjaria um álibi: talvez anunciar que se tratou de um assassinato político armadilhado por interesses ideológicos ou partidários. E em tribunal a defesa acabaria por provar que não se tratou de uma violação, mas de um violão. E os meritíssimos, fazendo a interpretação factualista do caso, à luz da jurisprudência mais recente, concordariam e o violonista ia em paz.

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