sexta-feira, março 11, 2011

 

Um serão diferente.

Ontem, foi a apresentação do livro”Horizontes da ética – para uma cidadania responsável” na Fundação de Campanhã. Foi enquadrada nos “Serões de Bonjóia”.


Muitos amigos que já não via há algum tempo, proporcionaram uma tertúlia empenhada em problemas do nosso tempo.

Houve ocasião para interpelações mais ousadas, mas mais estimulantes: a provocação. E para todas as questões foram dadas respostas fundamentadas, sem aquela retórica derivativa que, para dizer alguma coisa, devagueia.


O ponto alto ficou a cargo do meu amigo Alfredo, ou, como eu sempre lhe chamei, Ventura, e da Emília, sua esposa há quase meio século ( mas está como se tivesse 18 anos).


O Alfredo interpretou a canção “ O Sole mio”, como nem Pavarotti ou Darren Hayes, por mais criancinhas que fizessem coro, (http://www.youtube.com/watch?v=sjqHA8x1rOk) conseguiriam cantar tão bem e cantou, ainda, a “Samaritana”. A Emília, que também canta maravilhosamente, declamou dois poemas: um de António Nobre e outro de Manuel Bandeira.


Foi ternurenta esta iniciativa deste meus amigos e, por isso, que todos os deuses e deusas que, pelo celestial pairam, lhes dêem o que mais lhes agradar. Muito obrigado.


O nosso anfitrião, Prof. Dr. Carlos Mota Cardoso, ficou radiante e todos nós também gostamos imenso.

O princípio da amizade (preocuparmo-nos mais com a felicidade dos amigos do que com a nossa) circulou interactivamente entre todos nós, graças, especialmente, ao Ventura e à Emília).

Bem hajam!

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