quarta-feira, março 09, 2011

 

"Geração à rasca"

Há uma “Geração à rasca” não só porque lhe foi confiscado o futuro. Mas também porque, sem qualquer legitimidade ética ou política, este Governo, mais preocupada com empreendimentos megalómanos, gastos milionários com administradores de empresas públicas (algumas falidas), tornou o Estado gordurento para responder a clientelas e empenhou o futuro das gerações vindouras nas parcerias público-privadas.



E é dramático que os vindouros, os que ainda não nasceram, não possam, evidentemente, formar “lobby” para lutar pelo direito a receberem um Estado limpo de compromissos, sem sentirem que mal nasçeram já deviam dinheiro a privados (com os quais não estabeleceram nenhuma compromisso)


Por mais paradoxal que pareça, esta “geração á rasca”, na sua luta contra as decisões calamitosas que encurralaram o seu futuro, pode abrir esperança a uma nova forma de fazer política que garanta os direitos das gerações vindouras a não nascerem já endividadas por outros.


Pelas gerações que me sucederão, lá estarei no dia 12.

Comments:
Não é só andar a pagar as dívidas que os governos fazem/deixam...
A «democracia directa» não é solução... mas votar em políticos não é passar um 'cheque em branco'!!!!!!
Quem paga - vulgo CONTRIBUINTE - deve possuir o Direito à Transparência e o Direito ao Veto das despesas não consideradas prioritárias...

PELO DIREITO AO VETO DE QUEM PAGA (vulgo contribuinte) blog: Fim da Cidadania Infantil.
 
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