sábado, fevereiro 26, 2011

 

Os meus parabéns ao Expresso e aos seus dois mil exemplares.

No Expresso de hoje não foi a parolice dos nossos governantes, o seu novo riquismo, que os levou a gastar milhões com brinquedos de guerra, bem como ter um primeiro ministro que se preocupa mais em ser o governante que melhor veste do que em governar com rigor e verdade.


O que mais gostei nesta Edição foi do artigo de Henrique Monteiro, na última página “Sementes de uma revolta”.


Precisamos de outros políticos. Mas isso é difícil, porque os partidos são máquinas que servem de cinturão de segurança a uma oligarquia que anda a esbanjar o nosso dinheiro, o dinheiro dos contribuintes.


Sem uma reforma dos partidos não é possível aparecer gente que entenda a política como um serviço púbico. Os partidos “fabricam” chicos-espertos e não políticos com sentido de Estado.

Mas essa reforma tem de vir por uma pressão dos cidadãos. Havia um processo que faria essa pressão: bastava que o voto em branco fosse reconhecido como um acto útil, porque tinha consequências: contar, na distribuição proporcional que é seguida pelo método D’Hondt, como voto num imaginário partido dos que não se sentem representados pelos candidatos propostos. E a sua percentagem corresponder a uma percentagem de cadeiras vazias no Parlamento.


Não tem tido muitas adesões a petição que neste sentido coloquei na internet. Pode ser que esta crise económica, de lideranças, de mediocridade e com uma corrupção que graça por todos os lados, inclusivamente pelas instituições, leve os cidadãos a pensarem nisso.


Pensem e subscrevam então:

http://www.peticaopublica.com/?pi=JBM

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