domingo, maio 09, 2010
Não percebo o BE.
Não percebo o BE. Agora segue o lema do PP: “dar à Justiça o que é da Justiça e há política o que é da política”. E, por isso, não quer ouvir as escutas das conversas do processo “Face-Oculta”.
O slogan do PP plagia o que diz «dar a deus o que é de Deus e a César que é de César», mas isso só serviu de biombo para o cesar- papismo.
Por que aceitam que haja um decreto discriminatório que não permite que o Primeiro-ministro seja escutado por mandato de um qualquer juiz. Tem de ser o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça. Mas, não somos todos iguais perante a lei? Não será essa medida o «dar à política o que é da justiça», imiscuir a política nos critérios da justiça?.
Por outro lado, a política tem a ver com o mundo da vida e não consiste em meros “jogos de poder”. Então, por que é que as escutas do caso Face-Oculta” não devem ajudar a esclarecer a verdade. Ou será que os inquiridores não querem dispor de todos os contributos para apurar se Primeiro-ministro falou verdade sobre o caso da TVI?
A verdade e os princípios não se alimentam de slogans. Há um descrédito total das instituições e estes deputados não percebem isso!
O slogan do PP plagia o que diz «dar a deus o que é de Deus e a César que é de César», mas isso só serviu de biombo para o cesar- papismo.
Por que aceitam que haja um decreto discriminatório que não permite que o Primeiro-ministro seja escutado por mandato de um qualquer juiz. Tem de ser o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça. Mas, não somos todos iguais perante a lei? Não será essa medida o «dar à política o que é da justiça», imiscuir a política nos critérios da justiça?.
Por outro lado, a política tem a ver com o mundo da vida e não consiste em meros “jogos de poder”. Então, por que é que as escutas do caso Face-Oculta” não devem ajudar a esclarecer a verdade. Ou será que os inquiridores não querem dispor de todos os contributos para apurar se Primeiro-ministro falou verdade sobre o caso da TVI?
A verdade e os princípios não se alimentam de slogans. Há um descrédito total das instituições e estes deputados não percebem isso!