quinta-feira, julho 16, 2009
“Eu existo!...”

Não podemos proibir que Alberto João Jardim exista, tal como ele é nas suas aleivosias; mas, pelo menos, façamos um esforço e achemos graça ao que diz. Ou, então, deixemos de lhe dar importância. Reduzámo-lo àquilo que, em sua linguagem, é: um merdas!