segunda-feira, abril 20, 2009
Rui Rio no seu labirinto(JN) 20.4.2009

"Assim o país não vai a lado nenhum", terá dito Rio. Os portugueses conhecem bem, no corpo e na alma, aonde o país iria se políticos como Rio estivessem acima da lei.
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os jornalistas do JN que eram avençados dos antigos presidentes da c.m.p.(F.gomes e Nuno Cardoso) nem disfarçam nas calunias ao unico politico sério na actualidade nas camaras deste pais.......apontem um acto pequeno que seja ao Rui Rio de corrupção ou favorecimento politico......não existe não é meus senhores......hip., vendidos e mediocres
Não há nenhuma calúnia. Pelo que sei e foi noticiado, há um julgamento onde Rui Rio (de quem sou amigo) comete um erro intolerável: colocar num contrato uma cláusula que é inadmissível: "Se disseres mal da câmara não recebes um subsídio". Ferreira Torres fez o mesmo! A Câmara é uma instituição administrativa da organização do Estado, está para servir os munícipes e não é uma coutada de ninguém nem de nenhum partido.
A crítica é um direito inalienável dos cidadãos e os políticos têm de perceber que não há democracia sem que os cidadãos possam criar expectativas e tomar a palavra para dizerem bem ou mal dos actos de gestão.
Por outro lado, a política não é “coisa” separada da vida. Em nome da política serve-se os interesses públicos e não um partido. Os partidos só fazem sentido para propor programas de governação e não para se apropriarem de fatias do estado.
E a questão ética que se coloca a qualquer político é esta: estarei a fazer alguma coisa que cause danos aos cidadãos ou conduza a consequências que não são boas para o interesse público? A crítica ajuda-o a avaliar tais consequências. Por isso, é não só um direito, mas também um dever. Não perceber isto é nada saber do que é a democracia. A democracia não é uma oligarquia.
Julgar os políticos por decisões contrárias ao interesse público é fazer cumprir um direito Constitucional. Não há a política de um lado, o interesse público, a democracia, o direito e a Constituição do outro. Ser político é servir o interesse público, a democracia, a Constituição e fazê-lo respeitando as leis, o direito.
Mesmo em épocas de eleições não devemos vender a alma democrática por uma vestimenta partidária.
A corrupção é uma das formas de má (péssima) governação, mas há outras como a prepotência, etc!
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A crítica é um direito inalienável dos cidadãos e os políticos têm de perceber que não há democracia sem que os cidadãos possam criar expectativas e tomar a palavra para dizerem bem ou mal dos actos de gestão.
Por outro lado, a política não é “coisa” separada da vida. Em nome da política serve-se os interesses públicos e não um partido. Os partidos só fazem sentido para propor programas de governação e não para se apropriarem de fatias do estado.
E a questão ética que se coloca a qualquer político é esta: estarei a fazer alguma coisa que cause danos aos cidadãos ou conduza a consequências que não são boas para o interesse público? A crítica ajuda-o a avaliar tais consequências. Por isso, é não só um direito, mas também um dever. Não perceber isto é nada saber do que é a democracia. A democracia não é uma oligarquia.
Julgar os políticos por decisões contrárias ao interesse público é fazer cumprir um direito Constitucional. Não há a política de um lado, o interesse público, a democracia, o direito e a Constituição do outro. Ser político é servir o interesse público, a democracia, a Constituição e fazê-lo respeitando as leis, o direito.
Mesmo em épocas de eleições não devemos vender a alma democrática por uma vestimenta partidária.
A corrupção é uma das formas de má (péssima) governação, mas há outras como a prepotência, etc!
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