Em tempos, os ministérios tinham os seus gabinetes jurídicos que estudavam (com a obrigação de servir o interesse público) as questões jurídicas e davam pareceres técnicos. Para emagrecer a função pública esse serviço tornou-se privado e passou a engordar meia dúzia de sociedades de advogados. Assim, noticia, hoje, o “SOL” que em 2006, o ministro da Economia, Manuel Pinho, e o seu secretário de Estado-adjunto, Castro Guerra, ordenaram à sociedade PLMJ (António Maria Pereira, Sáragga Leal, Oliveira Martins, Júdice e Associados) que facturasse à REN, EDP e Parpública (holding que gere as participações do Estado) serviços jurídicos de um milhão de euros que lhe tinham sido prestados em 2005 e 2006.
Mais palavras para quê?!...
# posted by Primo de Amarante @ 10:32 da tarde
