quarta-feira, junho 18, 2008
Mira Amaral e o seu "sentido de Estado"

Mas Mira Amaral podia ter outro "choque". Por exemplo, ficar chocado com os lucros milionários das petrolíferas, a suspeita de dumping por elas praticado ou, então, que uma auditoria do Tribunal de Contas tornasse claro que as chamadas empresas municipais são agências de emprego para boys dos partidos, nomeados sem critério a auferirem chorudos ordenados (8.800€, p.ex) e a beneficiarem de regalias, como cartões de crédito e telecomunicações, entre outras.
Mira Amaral sabe que o petróleo é, hoje, como a água, um bem de primeira necessidade. Mas, como não bebe água, não lhe incomoda que o preço dum bem de primeira necessidade seja o mesmo que o de um uísque.