segunda-feira, novembro 05, 2007
De bons sentimentos não se faz um governo justo!

Já antes o próprio primeiro-ministro, Sócrates, tinha manifestado igual estado de espírito perante outros casos semelhantes.
Ambos reconheceram que há falhas nas juntas médicas que têm de ser urgentemente resolvidas.
Ficam bem estes sentimentos aos ministros, mas o que se pede a um bom governo é que corrija as leis desumanas e não se fique pela ideia farisaica de que “dá mais proveito manifestar bons sentimentos que corrigir injustiças”. Ideia que, hoje, prevalece nas estratégias da "política-espectáculo": sempre fingindo ser um cordeirinho.