sexta-feira, junho 29, 2007

 

L' État c’est moi!

O prof. Charrua foi processado por uma anedota que ridicularizava o diploma de engenheiro conseguido por Sócrates e não se compreende que exames por fax numa folha A4 que dão o título de engenheiro não devam ser ridicularizados. O prof. Caldeira do blog “portugalprofundo” é arguido por denunciar a forma como conseguiu Sócrates o seu diploma e não se percebe que não seja o dever de todo o cidadão denunciar eventuais falsos engenheiros.

Agora, a directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho, foi demitida pelo ministro da Saúde, Correia de Campos, por causa de um cartaz, colocado por um seu colega, com declarações do ministro «em termos jocosos». Foi substituída por um vereador do PS, em nome duma segura lealdade.

A lealdade exigida por este Governo já não é à Constituição da República, muito menos ao seu programa socialista, mas às pessoas que governam.

Este Governo despediu o socialismo, acabou com a república e faz de Sócrates o Luís XIV.

Este Governo transmutou-se.

Viva a monarquia!


Obs: está a decorrer uma petição em:
http://www.petitiononline.com/tasfasta/petition.html

Comments:
Bom dia

Resolvi criar uma petição que insurge contra a abusiva e anti-constitucional postura do nosso órgão soberano 1º Ministro José Sócrates, sobre António Balbino Caldeira quando lhe move um processo por difamação.

Ao estar a processar por difamação um cidadão, o órgão soberano está a infringir o artigo 3º dos direitos constitucionais, em que o Estado está subordinado a estruturar-se pelos artigos da Constituição da República Portuguesa.

Mover-se um processo que riposta a uma difamação, antes, dever-se-ia tê-la fundamentado como difamação - ou seja, não verdadeira perante um facto polémico.Portanto, mover-se um processo apregoado difamatória certa expressão, já de si é um abuso de poder porque em si o que é liberdade de expreesão nem sequer foi provado como difamação (ainda que a própria difamação seja já em si uma forma de expressão, o caso difere de órgão soberano para cidadão)

Mesmo sendo verdadeira, pelo 37º artigo da Constituição, a Liberdade de expressão e informação é um direito que não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura. Portanto se cabe ao Estado (estruturação do Governo) subordinar-se às directivas da Constituição, um órgão soberano não pode mover um processo judicial sobre o direito do cidadão de se expressar ainda que esteja a ser polémico. Fazê-lo é não estar em consonância com a estrutura da nossa Constituição da República.


Deixo-lhe o endereço caso queira divulgá-la

http://www.petitiononline.com/tasfasta/petition.html

abraço

--
José Pedro Gomes
 
Vou já subscrevê-la.
 
De "Monarquias" como "esta" livrem-nos!...
 
Cabral-Mendes, desculpe lá!

O meu amio é pelas monarquias genuinas, esta, de facto,é uma contrafacção da loja dos tresentos.
 
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