terça-feira, abril 24, 2007
Contra o encerramento da Independente!

Vejamos:
- está aberta nas férias do Verão;
- passa diplomas aos Domingos;
- aceita candidatos sem documentação comprovativa das habilitações, confiando na boa fé dos candidatos (princípio humanista);
- maximiza a potencialidade científica dos seus docentes, ao colocá-los a reger 4 cadeiras (ao mesmo tempo que o regente é assessor no mesmo Governo onde um dos alunos é Secretário de Estado);
- permite que uma mesma pessoa, num só ano, faça duas licenciaturas;
- convida os seus antigos alunos, que nunca conheceram, a ir dar aulas para lá;
- estabelece planos de curso pessoais "ad-hoc", sem os documentar, para poupar nos custos do papel e impressão;
- possibilita a apresentação de teses finais sem que as mesmas fiquem guardadas no arquivo a ocupar espaço e recursos;
- poupa recursos humanos e materiais ao prescindir de termos de exames e evita a propagação de ácaros, alergias, etc.;
- forma alunos que, no futuro, ascendem a primeiros-ministros.
Como justificar o encerramento de uma Universidade assim, cujo mal é, pelos vistos, confiar nas pessoas, poupar nos custos e maximizar os recursos?
Juntemo-nos e lutemos contra o encerramento da UnI.
Obs: recebido, com pedido de divulgação.
Comments:
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Peço desculpa, mas não vou solidarizar-me com tão generosa iniciativa que é, a meu ver, absolutamente justificável face às razões que acaba de elencar.
Julgo, no entanto, que tal sinergia, não sendo totalmente despicienda, acabará por ser facilmente dispensável uma vez que a UnI tem como estandarte dessa mesma qualidade, que muito bem referiu, um sonante nome filosófico e o rosto dum primeiro-ministro que, no próximo semestre de 2007, presidirá à União Europeia.
Está a imaginar o quanto angustiante seria (será!) perpetuar uma luta (estudantil também, porque não?, com algumas manifestações à mistura) sobre o encerramento duma universidade que teve o condão de ajudar a formar um "humilde deputado" que virou primeiro-ministro e preside aos destinos dum continente??!!
Ora, se os procedimentos que então vigoravam (e que muito bem elencou supra – ainda que tenha olvidado alguns) não geraram qualquer estranheza no espírito culto e bem informado daquele “humilde deputado” - muito pelo contrário, continuando hoje, já enquanto primeiro-ministro, a fazer todo o sentido, sendo inclusive ajuizados de “normais”, por que carga de água o ministro sob a tutela desse primeiro-ministro haveria de querer encerrar tão nobre instituição?
Convenhamos, caro amigo, que apenas nós, e talvez um punhado mais, é que perdemos tempo com estas coisas comezinhas e sem importância, típico de quem não tem mais nada para fazer e só liga aos títulos.
Portanto, num assomo de lucidez, e não de cobardia, dispenso-me de encorpar tão nobre luta, desejando, sinceramente!, que ela tenha pleno êxito e permita que a UnI continue a fomentar tão notáveis títulos.
Caso isso não aconteça, eu sugeria, por considerar mais adequado, o encerramento da ordem dos engenheiros.
Onde é que já se viu não reconhecer o curso ministrado por uma universidade que tem, quanto ao prestígio e qualidade, a chancela do primeiro-ministro?
O erro radica, obviamente, na ordem e não na UnI.
(Lá chegarão, por certo.)
yours
Maria
Julgo, no entanto, que tal sinergia, não sendo totalmente despicienda, acabará por ser facilmente dispensável uma vez que a UnI tem como estandarte dessa mesma qualidade, que muito bem referiu, um sonante nome filosófico e o rosto dum primeiro-ministro que, no próximo semestre de 2007, presidirá à União Europeia.
Está a imaginar o quanto angustiante seria (será!) perpetuar uma luta (estudantil também, porque não?, com algumas manifestações à mistura) sobre o encerramento duma universidade que teve o condão de ajudar a formar um "humilde deputado" que virou primeiro-ministro e preside aos destinos dum continente??!!
Ora, se os procedimentos que então vigoravam (e que muito bem elencou supra – ainda que tenha olvidado alguns) não geraram qualquer estranheza no espírito culto e bem informado daquele “humilde deputado” - muito pelo contrário, continuando hoje, já enquanto primeiro-ministro, a fazer todo o sentido, sendo inclusive ajuizados de “normais”, por que carga de água o ministro sob a tutela desse primeiro-ministro haveria de querer encerrar tão nobre instituição?
Convenhamos, caro amigo, que apenas nós, e talvez um punhado mais, é que perdemos tempo com estas coisas comezinhas e sem importância, típico de quem não tem mais nada para fazer e só liga aos títulos.
Portanto, num assomo de lucidez, e não de cobardia, dispenso-me de encorpar tão nobre luta, desejando, sinceramente!, que ela tenha pleno êxito e permita que a UnI continue a fomentar tão notáveis títulos.
Caso isso não aconteça, eu sugeria, por considerar mais adequado, o encerramento da ordem dos engenheiros.
Onde é que já se viu não reconhecer o curso ministrado por uma universidade que tem, quanto ao prestígio e qualidade, a chancela do primeiro-ministro?
O erro radica, obviamente, na ordem e não na UnI.
(Lá chegarão, por certo.)
yours
Maria
ps. mas posso, eventualmente, ajudar na divulgação se assim o entender.
(basta que avise da hora e local da distribuição dos planfletos)
Maria
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(basta que avise da hora e local da distribuição dos planfletos)
Maria
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