segunda-feira, fevereiro 27, 2006
Tirem a máscara: é CARNAVAL

Pensa-se que são de natureza carnavalesca as Festas Egípcias que homenageavam a deusa Isis e o Touro Apis. O mesmo aconteceria com os festejos gregos das Festas Lupercais e Saturnais. Estas festas celebravam a volta da Primavera, simbolizando o Renascer da Natureza.
De certeza, só temos o facto do Carnaval estar associado a fenómenos astronómicos e a ciclos naturais e caracterizar-se sempre por divertimentos públicos, bailes de máscaras e manifestações folclóricas.
Entre nós, o Carnaval é o Entrudo de outros tempos. Acontecia num período anterior à Quaresma e representava a manifestação festiva da liberdade. Este sentido continua, hoje, a ser a característica fundamental do Carnaval.
Na Europa, os mais famosos Carnavais são os de Paris, Veneza, Munique e Roma, seguidos de Nápoles, Florença e Nice.
Em países como Itália, França e, mais recentemente, em Portugal, o Carnaval integra-se nos roteiros das festas turísticas, com desfiles urbanos, onde os carnavalescos usam máscaras e fantasias.
O nosso Entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII, por influência dos portugueses da Ilha da Madeira, Açores e Cabo Verde. Isso aconteceu por volta de 1723, com as brincadeiras de loucas correrias, mela-mela de farinha, água com limão e depois as batalhas de confetes e de serpentinas. Personagens

Mas, a nível representativo, o Carnaval é o festejo da máscara, da máscara que se esconde no resto do ano.