segunda-feira, fevereiro 20, 2006
A rir para a ética republicana

Consideravam que o actual presidente da Câmara de Oeiras não tinha condições para continuar à frente da autarquia, uma vez que havia sido acusado pelo MP de corrupção passiva, branqueamento de capitais, abuso de poder e fraude fiscal.
Com a abstenção de 20 deputados do PSD e do PS, a moção foi recusada.
Repete-se a papel químico o que havia acontecido na autarquia do Marco com Avelino Ferreira Torres.
O princípio da ética republicana de que “à mulher de César não basta ser honesta é também preciso parecê-lo” continua à espera de melhores dias na política.