domingo, fevereiro 19, 2006
A luta contra Israel não pode negar a história.

Um exemplo é Mohamed Salim Abdullah, prestigiado dirigente do Instituto e arquivo central muçulmano na Alemanha.
"No meu Instituto, diz Salim Absullah, pesquisamos a história do Islão na Alemanha e na Europa. Acompanhamos documentalmente o Islão contemporâneo. Publicamos todos os anos um estudo de 40/50 páginas, acessível a todos. Há alguns anos, a convite do Conselho central dos ciganos alemães, fomos a Auschwitz e recitámos ali o versículo do Corão Yasin, e depositámos em nome do nosso Instituto uma coroa de flores em memória das dezenas de milhares de muçulmanos que foram ali assassinados. Promovemos o diálogo com as outras religiões – por exemplo com o judaísmo e o cristianismo. E defendemos minorias oprimidas em todo o mundo. Isto é o nosso trabalho. Temos provas que negar o Holocausto é negar o assassínio de milhares e milhares de árabes. É lamentável que um estadista islâmico se sirva de mártires para os seus fins políticos de luta contra Israel”.
"No meu Instituto, diz Salim Absullah, pesquisamos a história do Islão na Alemanha e na Europa. Acompanhamos documentalmente o Islão contemporâneo. Publicamos todos os anos um estudo de 40/50 páginas, acessível a todos. Há alguns anos, a convite do Conselho central dos ciganos alemães, fomos a Auschwitz e recitámos ali o versículo do Corão Yasin, e depositámos em nome do nosso Instituto uma coroa de flores em memória das dezenas de milhares de muçulmanos que foram ali assassinados. Promovemos o diálogo com as outras religiões – por exemplo com o judaísmo e o cristianismo. E defendemos minorias oprimidas em todo o mundo. Isto é o nosso trabalho. Temos provas que negar o Holocausto é negar o assassínio de milhares e milhares de árabes. É lamentável que um estadista islâmico se sirva de mártires para os seus fins políticos de luta contra Israel”.